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10/08/2018 10:52
Arapiraca
Sindicato denuncia médico que teria agredido técnica de enfermagem em Arapiraca
Caso foi registrado no Hospital Regional. O médico teria dado um tapa no rosto da vítima, que entrou em estado de choque e foi internada na unidade de saúde com hipertensão.
/ Foto: Reprodução

 O Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem (Sateal), encaminhou, nesta quarta-feira (08), ao Conselho Regional de Enfermagem (Coren), a Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) a denúncia de agressão praticada por um médico contra uma técnica de enfermagem. O caso aconteceu no Hospital Regional de Arapiraca.

De acordo com o boletim de ocorrência da PC feito no último dia 26 de julho, a vítima havia levado um paciente menor de idade para a realização de raio x. O paciente estava sob suspeita de inflamação no apêndice. Ao receber o prontuário, o médico Lavínio Juliano Araújo Barbosa, já exaltado, disse que para o diagnóstico, seria preciso fazer uma ultrassonografia.

A técnica informou que a família do paciente era pobre e não poderia custear o exame proposto pelo médico. Bastante irritado, Lavínio Barbosa deu o primeiro tapa no rosto da vítima e a insultou, perguntando “você quer que eu tire do meu salário?” Dando o segundo tapa no rosto da vítima, que entrou em estado de choque e foi internada na unidade de saúde com hipertensão.

A direção do Hospital regional afastou o médico. O sindicato solicitou que fosse aberta uma sindicância para apurar o caso. “Queremos que o médico seja punido pelo ato monstruoso e o hospital seja responsabilizado”, explica Mário, que informou ainda que aguarda o inquérito para dar encaminhamentos na Justiça. O caso será enviado ao Conselho Regional de Medicina.

Conduta de médico é recorrente

Após o caso vir a público, o Sindicato passou a receber outras denúncias de agressões verbais cometidas pelo mesmo médico em outras unidades de saúde onde trabalha. A orientação dada por Mário Jorge é que seja feito registro do B.O na polícia e a cópia do relatório entregue ao setor Jurídico do Sindicato. “Os profissionais não podem ficar calados diante de uma situação de agressão, seja moral ou física. De forma anônima, podem procurar o Sindicato, a Procuradoria do Trabalho ou ainda o Comitê de Valorização da Enfermagem do Coren”, completou.

Redação com assessoria
 


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