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09/11/2018 10:10
Polícia
Advogado considera prisão de acusado de estupro exagero e revela retardo mental
Prisão desnecessária, na opinião do advogado: "eles se conheceram na igreja"
Bruno foi um dos 7 presos na Operação Diga Não à Pedofilia / Foto: Mitchel Torquato - Rádio 96 FM Arapiraca
Redação

O advogado José Fábio Bernardo, que representa José Bruno dos Santos da Silva, 20 anos, um dos presos na Operação Diga Não à Pedofilia e acusado de estupro de vulnerável, conversou novamente, nesta sexta-feira (09), com a Rádio 96fm, e revelou que está preocupado com a imagem do seu cliente, que tem retardo mental conforme laudo psiquiátrico.

“Eu achei um exagero e desnecessária a prisão do Bruno, esse fato aconteceu a um ano atrás”, opinou. O advogado voltou a explicar que a menina colocou que tinha 17 anos em seu perfil no Facebook e que não pode ser exigido do Bruno, uma pessoa do sítio, com retardo mental, um conhecimento que as pessoas que moram em Arapiraca têm.

De acordo com o advogado, eles se conheceram na igreja e a partir daí passaram a morar juntos. Foi quando a mãe de Bruno descobriu que a menina tinha menos de 14 anos, procurou o Conselho Tutelar e foi orientada a levar a jovem para a casa da mãe. Fábio ainda afirmou que o delegado Ygor Diego se equivocou quando falou o tempo de investigação dos casos. “Isso não tem três meses e Bruno já havia sido ouvido”, disse ele.

Na primeira oportunidade, quando conversou com o repórter Mitchel Torquato, ele disse que o cliente dele havia sido induzido ao erro e a entrevista foi transmitida na íntegra durante o Show de Notícias dessa quinta-feira (08). Os ouvintes participaram e o advogado acredita que algumas opiniões ferem o ego e a moral dos profissionais que trabalham com seriedade, dignidade e respeito ao cidadão.

“Não cabe a ninguém querer denegrir ou desmoralizar um advogado, não defendemos bandidos, mas direitos e garantias que estão na Constituição e no Código Penal”, esclareceu ele durante o programa nesta sexta-feira (09).


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