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Editorias

14/11/2017 22:28
Polícia
Funcionária de call center lutou com suspeito antes de ser morta, diz polícia
O corpo apresentava marcas de facadas e pancadas na cabeça.
/ Foto: A Tarde

 A polícia identificou a mulher cujo corpo foi encontrado na manhã desta terça-feira, 14, no edifício Catabas Empresarial, na avenida Tancredo Neves, em Salvador. Daniela Bispo dos Santos, de 38 anos, era jornalista e trabalhava na empresa Call Tecnologia, que presta serviços para o Ministério dos Direitos Humanos, com atendimento a vítimas de agressões. O corpo apresentava marcas de facadas e pancadas na cabeça.

De acordo com a diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações da Bahia (Sinttel), Edla Rios, a funcionária trabalhava com cerca de 20 pessoas no turno da noite, além de outras 380 que atuavam durante o dia. Nesta segunda-feira, 13, por volta de 18h30, ela deixou o local para ir a uma farmácia mas não retornou, causando preocupação nos colegas. Eles chegaram a fazer uma campanha nas redes sociais informando o desaparecimento de Daniela.

Já na manhã desta terça,14, por volta de 7h30, um funcionário do local seguiu um rastro de sangue no sexto e último andar - onde fica a administração do prédio, que funciona até as 18h - e localizou o corpo de Daniela, que estava na escada de emergência do quinto andar. Este pavimento não é ocupado por nenhuma empresa.

Segundo o capitão Salles, da 35ª Companhia Independente de Polícia Militar (35ª CIPM / Iguatemi), o crime foi cometido entre 19h e 20h, e tudo indica que a vítima entrou em luta corporal antes de ser assassinada, pois há vestígios de sangue nas paredes da cena do crime.

A polícia trabalha com duas hipóteses de motivação do crime: crime passional, atribuído ao ex ou ao atual companheiro; ou a suspeita de que ela estaria grávida.

As câmeras de segurança do prédio não registraram a entrada de visitantes. De acordo com o capitão, as imagens já foram enviadas para a análise e mostram um homem entrando no elevador, trajando bermuda e carregando uma mochila, que é considerado suspeito. A identidade dele é desconhecida.

"Vamos cobrar da empresa mais segurança no local, porque os únicos vigilantes circulam apenas dentro do prédio, ou seja, qualquer pessoa pode passar pela portaria", enfatizou a diretora do sindicato.

Após o caso vir à tona, cerca de 20 funcionários passaram mal, e três deles foram atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar disto, o expediente ainda não foi suspenso.

Uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia e removeu o corpo da vítima por volta de 11h30. Policiais militares e civis acompanharam a situação, assim como familiares de Daniela. Ela deixa dois filhos.

 

 

 

 

Fonte: A Tarde 

 


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