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10/06/2018 19:15
Brasil
Disputa entre facções em centro educacional na Capital deixa jovem morto e nove feridos
A vítima que morreu chegou a ser encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro José Walter, no entanto ele não resistiu.
/ Foto: O Povo

 Um jovem foi morto e pelo menos nove ficaram feridos durante um conflito entre duas facções criminosas no Centro Educacional Cardeal Aloísio Lorscheider (Cecal), que começou por volta do meio dia desta quarta-feira, 6.

A vítima que morreu chegou a ser encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro José Walter, no entanto ele não resistiu. Dois infratores foram gravemente feridos. Pelo menos outros cinco apresentaram lesões leves ou passaram mal por causa da fumaça. Alguns colchões foram queimados na ação. Dois agentes socioeducativos também se feriram e foram encaminhados para unidade de saúde.

Familiares dos internos relataram que há duas facções rivais dentro do Cecal e que os dormitórios ficam de frente um para o outro. A reivindicação dos internos é de que separem os jovens por facção em alas. Depois de controlada a rebelião, 14 infratores suspeitos da morte de um dos internos e lesão corporal de outros foram encaminhados ao 8º Distrito Policial (DP), no bairro José Walter. Ainda foram levados cossocos (arma artesanal) utilizadas no conflito.

Por meio de nota, a Superintendência do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo (Seas) informou que os dois grupos entraram em confronto e confirmou a morte de um adolescente. Conforme o órgão, a situação foi controlada pela equipe da unidade com apoio do Grupo de Intervenção Tática da Polícia Militar.

"Ações para responsabilização administrativa e criminal para os envolvidos estão sendo realizadas, bem como a articulação junto ao sistema de Justiça, uma vez que o Cecal atende jovens adultos, de 18 a 21 anos", informou.

Ainda na nota, a Seas informou que lamenta o ocorrido e trabalha com apoio à família do adolescente morto na ação.

A reportagem esteve no local e presenciou familiares recebendo atendimento psicológico. Mães e namoradas de internos que souberam da rebelião por meio da imprensa ou redes sociais foram até o Cecal em busca de notícias sobre o estado dos familiares, que destacaram a presença das facções. Quando saíam para o 8º DP, os jovens faziam menção às respectivas facções criminosas. As vans foram escoltadas pelo Grupo de Intervenção Tática da Polícia Militar.

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Povo


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