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10/02/2019 09:24
Brasil
Quatro dias após temporal, Rio ainda enfrenta problemas e segue em estado de atenção
Moradores da comunidade do Vidigal e da Rocinha ainda sofrem para tirar a lama das casas. Av. Niemeyer segue fechada e com árvores caídas.
/ Foto: Reprodução
G1

 O Rio de Janeiro ainda enfrenta as consequências do temporal que caiu na cidade na última quarta-feira (6). Moradores da comunidade do Vidigal e da Rocinha ainda sofrem para tirar a lama das casas. A Avenida Niemeyer, uma das principais ligações entre os bairros do Leblon e São Conrado, segue fechada e com árvores caídas. O município permanece em estado de atenção.

Moradores do Vidigal contam que a energia foi restabelecida, mas alguns moradores seguem sem água

A Avenida Niemeyer, onde um ônibus foi soterrado e dois passageiros morreram, alguns moradores conseguem passar caminhando do Leblon ao Vidigal. Porém, tudo segue fechado para os carros. O caminho até São Conrado segue fechado.

“Os moradores estão começando a rotina normal. O comércio voltou a abrir e as pessoas começando a agir, mas ainda muito assustadas” contou Daniel Delmiro, morador do Vidigal.

Os moradores contam que precisam de alimentos não perecíveis. Água, material de limpeza e higiene pessoal.

A Rocinha, em São Conrado, tem pelo menos 25 casas interditadas e sem o serviço de coleta de lixo. Em alguns lugares, a água não escoou. Os moradores também pedem doações.

Sobe para 7 número de mortos por chuva

Morreu neste sábado (9) Áureo Paz, 64 anos, vítima do deslizamento de terra em Barra de Guaratiba, Zona Oeste do Rio, um dos desastres provocados pela chuva torrencial da última quarta-feira (6). No desmoronamento já tinham morrido a mulher dele, Isabel, e um dos filhos, Mauro.

A morte de Áureo eleva para sete o número de óbitos em decorrência da tempestade. Ele estava internado no Hospital Lourenço Jorge e chegou a ser transferido para o Hospital Pedro II, em Santa Cruz, Zona Oeste, mas não resistiu.

O corpo dele será enterrado na manhã deste domingo no Cemitério de Barra de Guaratiba.

A Defesa Civil orienta à população que acione o órgão pelo telefone 199, em caso de emergência. Segundo o órgão, foram 663 chamados de vistoria solicitados por moradores à prefeitura.

Entre as principais ocorrências, estão: ameaças de desabamentos de estruturas, desabamentos de estruturas, rachaduras e infiltrações em imóveis, e deslizamentos de barreiras e encostas.

SERVIÇO:

Doações Vidigal:
Associação de Moradores do Morro do Vidigal
Av. Pres. João Goulart

Galpão do Colégio Stella Maris dentro do Vidigal
Avenida presidente João Gourlart, 280

Doações Rocinha:
Rocinha Surfe Escola
Rua Bertha Lutz, 84

Primeira Igreja Batista da Rocinha
Estrada da Gávea, 436

 


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