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10/06/2018 18:49
Economia
China anuncia crédito de quase 4 milhões para a coesão regional
O Presidente chinês, Xi Jinping, anunciou hoje empréstimos no valor de 30.000 milhões de yuan (mais de 3.900 milhões de euros) para reforçar a coesão económica com a Rússia, países da Ásia Central, Índia e Paquistão.
/ Foto: Notícia ao Minuto

As linhas de crédito serão estabelecidas através de um consórcio interbancário e ajudarão a "construir um potente motor para alcançar o desenvolvimento e a prosperidade comuns, melhorando a complementaridade das nossas estratégias de desenvolvimento", detalhou Xi, durante a abertura da cimeira da Organização de Cooperação de Xangai, grupo de cooperação nas áreas económicas e de segurança.

O líder chinês apelou ainda ao reforço da cooperação regional em matéria de segurança, com um plano de luta contra o terrorismo, separatismo e extremismo, que inclui a realização de manobras militares conjuntas.

Xi afirmou que a China vai treinar 2.000 efetivos das forças de segurança dos países vizinhos, durante os próximos três anos, e mais 3.000 pessoas nas áreas da cultura, educação, ciência e tecnologia ou turismo.

O Presidente chinês destacou que desde a formação do grupo, há 17 anos, "alcançou-se uma forte associação que não se dirige contra terceiros".

O "espírito de Xangai", que deu mote à criação da organização "superou mentalidades antigas, como da luta de civilizações e a guerra fria", advogando por um mundo "mais democrático nas relações internacionais".

Xi apelou aos países membros e países observadores que se "oponham à busca da segurança para si em prejuízo dos outros".

O bloco liderado por Pequim é visto como uma tentativa de desafiar a ordem global assegurada pelo ocidente. O grupo é dominado pela China e Rússia e inclui ainda o Cazaquistão, Uzbequistão, Quirguistão e Tajiquistão.

Fundado em 2001, foi inicialmente concebido como um mecanismo de resolução de disputas fronteiriças, de luta antiterrorismo e, de forma mais implícita, para contrariar a influência norte-americana na Ásia Central, após a invasão do Afeganistão.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Notícia ao Minuto 

 


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