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28/06/2018 18:45
Eleições
Mulheres são maioria do eleitorado para as Eleições 2018 em Alagoas
Total de eleitores no estado cresceu desde o pleito de 2016. Apesar do crescimento, quantidade de jovens entre 16 e 18 anos aptos a votar caiu.
/ Foto: Reprodução

 Mais da metade dos eleitores que irão às urnas neste ano em Alagoas é do sexo feminino, segundo levantamento do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) divulgado nesta quinta-feira (28).

Os dados apontam ainda que houve um crescimento no eleitorado do estado desde a eleição de 2016, e também uma queda na quantidade de jovens aptos a votar. Esse último dado chamou a atenção da Corte Eleitoral.

Os números tomam como base informações do Superior Tribunal Eleitoral (TSE). O eleitorado de Alagoas cresceu de 2.146.520, em 2016, para 2.187.997, em 2018.

Desse total, 1.166.000 são eleitores do sexo feminino.

Com relação aos eleitores com idade entre 16 e 18 anos, houve queda desde a última eleição. Em 2016, eram 62.391. Neste ano, esse número é de 45.633.

Queda também foi registrada entre os eleitores entre 18 a 20 anos. O número passou de 160.300, há dois anos, para 156.258 em 2018.

“Essa queda no número de eleitores jovens demonstra um possível desinteresse natural por conta da desilusão gerada em virtude do complicado momento político que o Brasil atravessa. Mas me surpreende porque esses mesmos jovens demonstraram grande interesse e vontade de mudar em todos os eventos que realizamos [se referindo a palestras feitas pelo TRE em escolas do estado]”, afirma o presidente do TRE, desembargador José Carlos Malta Marques.

Apesar dessa queda do eleitorado jovem, o presidente da Corte Eleitoral espera que essa parcela da população seja parte atuante no pleito deste ano.

“Mesmo com a queda nos números, é preciso que o eleitor jovem alagoano assuma seu lugar no período eleitoral como formador de opinião, utilizando as ferramentas tecnológicas que possui em favor da democracia. A Justiça Eleitoral acredita muito nessa juventude, que será a verdadeira responsável pelas mudanças que nossa nação tanto precisa”, continua o desembargador.

Com relação à parcela feminina no pleito, José Carlos Malta Marques diz que a participação efetiva da mulher na política, como protagonista, é baixa e também preocupa.

“As mulheres estão lutando cada vez mais por seu espaço em todos os níveis e, na política não pode ser diferente. Por isso, é preciso participar mais, lançando suas candidaturas e fazendo-se representar na política. Essa maior participação pode representar mudanças importantes no cenário político brasileiro”, conclui o presidente do TRE. As informações são do G1.


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