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17/09/2019 14:19
Justiça
Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJ busca melhorias para pessoas com deficiência
Instituído em 2017, órgão discute, elabora e fiscaliza projetos arquitetônicos e pedagógicos visando promover o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência
/ Foto:
Redação com TJ/AL

No dia 21 de setembro é celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL), por meio de sua Comissão de Acessibilidade e Inclusão, tem buscado melhorias para as pessoas com deficiência que circulam pelas unidades do Judiciário.

Além das mudanças já realizadas, como instalação de novos elevadores no Fórum de Maceió, criação de vagas exclusivas para estacionamento e alterações na rampa de acesso ao TJAL, outras estão em curso. De acordo com a secretária da comissão, Mirella Souza, estão sendo providenciadas melhorias nas placas de pavimento, a fim de torná-las maiores, para facilitar o acesso dos deficientes visuais.

“Essas placas, inicialmente, serão fixadas no prédio do anexo 1, mas posteriormente pretendemos estender para todas as unidades do Tribunal”, afirmou.

Ainda segundo a servidora, alguns projetos estão sendo feitos junto a outros setores do TJAL. “Foi determinado à Diati [Diretoria de Tecnologia da Informação] melhorias no site do Tribunal, para torná-lo mais acessível. Também foi solicitado ao Departamento de Engenharia e Arquitetura um estudo sobre quais unidades necessitam de reformas para diminuir as barreiras arquitetônicas”.

Instituída em 2017, a Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJAL é presidida pelo desembargador João Luiz Azevedo Lessa. “A comissão é responsável por discutir, elaborar e fiscalizar os projetos arquitetônicos e pedagógicos de treinamento e capacitação, visando promover o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência. Buscamos ainda fomentar a discussão acerca da eliminação das barreiras de comunicação e atitudinais”, explicou o desembargador.

As atividades da comissão, ressaltou o presidente, não se limitam à capital, mas abrangem todas as unidades do Judiciário estadual. “A ideia é promover o levantamento das unidades que necessitam de melhorias arquitetônicas, haja vista que a grande maioria dos prédios do interior são antigos. Além disso, estamos desenvolvendo projetos de caráter educativo e social, visando promover mudanças conceituais e atitudinais diante das pessoas com deficiência”, reforçou.

 


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