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Geral / Isve Cavalcante

Quem é Isve Cavalcante? Isve Cavalcante é radialista desde 1971. Ele nasceu na cidade de Caruaru, município de Pernambuco. Já trabalhou em várias rádios, prefeituras e emissoras de televisão. Atualmente apresenta o programa “Show de Notícias” na Rádio 96 FM Arapiraca.
06/11/2018 16:44:51
Com R$ 500, 30% dos endividados limpariam o nome, mostra pesquisa
Mulheres estão mais endividadas, mas homens devem mais dinheiro Getty/Playbuzz / Foto:

 C/R7

Com até R$ 500, quase 30% dos negativados poderiam sair do vermelho e limpar o nome, revela a pesquisa do aplicativo Guiabolso, realizada com 309.831 usuários do aplicativo em todo o país.

As dívidas em até R$ 2.000 somam, no total, 59,6% dos endividados. Quem deve mais de R$ 5.000 representa 22,7% do total.

“Para estas dívidas menores, de até R$ 500, na maior parte dos casos apenas cortar gastos já é suficiente para conseguir quitar as dívidas", afirma o diretor de dados e pesquisas econômicas do Guiabolso, Márcio Reis.

A pesquisa mostra que, proporcionalmente, as mulheres estão mais negativadas do que os homens: 26,02% das mulheres estão com nome sujo ante 22,22% dos homens.

Mas os homens têm dívidas mais altas. “Quando a gente olha dívidas abaixo de R$ 2.000, a porcentagem de mulheres negativadas é maior do que a dos homens.

A lógica se inverte pra valores acima disso, pois as dívidas dos homens são mais altas", diz.

Uma possível explicação, segundo o executivo, seria o fato de as mulheres terem renda menor, e portanto, terem um limite de endividamento menor.

Entre os Estados, a melhor situação é de Brasília, com porcentual de negativados 3,5 pontos abaixo da média do Brasil.

São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina também tiveram números abaixo do volume de endividados do país.

Na outra ponta da lista, sinal de alerta pro Acre, Amapá e Roraima, além do Mato Grosso do Sul, com quase 38% de negativados.

Na pesquisa nacional, 23,6% das pessoas estavam com o nome sujo. A pesquisa consultou 309.831 usuários do Guiabolso em todo o Brasil.

Segundo o executivo, o que leva as pessoas a entrarem em uma situação de endividamento é um "soluço".

"Estava tudo certo mas aí a pessoa fica desempregada, bate o carro ou fica doente e não tem nenhuma reserva, é nesse momento que a inadimplência acontece", diz.

O caminho é ter consciência que surpresas vão acontecer sempre.

Por isso é necessário fazer uma reserva de emergência de pelo menos 6 meses dos gastos para ficar protegido e também, por outro lado, controlar os gastos.

"A pessoa que poupa regularmente tem, na média, valores maiores do que aquele que poupa muito de uma vez.

 

 

 

 

 


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