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18/10/2019 16:27
Política
Bolsonaro diz que possível grampo de áudios sobre PSL é "desonestidade"
A Secretaria-Geral identificou ainda nomes iguais nas listas de bolsonaristas e bivaristas, mas não disse quais eram.
/ Foto: Reprodução
Redação com UOL

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou hoje de manhã que não trata sobre a crise que assola o PSL em público e chamou a gravação de áudios atribuídos a ele divulgados ontem à noite de "desonestidade". "Eu falei com alguns parlamentares. Me gravaram? Deram uma de jornalista? Eu converso com deputados. Eu não trato publicamente desse assunto. Converso individualmente. Se alguém grampeou o telefone, primeiro, é uma desonestidade", declarou, ao sair do Palácio da Alvorada por volta das 8h30.

Nas conversas, o presidente articula a derrubada do líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), da função para substitui-lo pelo filho e deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

A ala pró-Bolsonaro no partido alega que o atual presidente nacional da sigla, deputado federal Luciano Bivar (PE), não está cumprindo com a transparência devida nas contas partidárias.

Questionado se vai pedir uma investigação sobre a gravação de fala atribuída a ele, Bolsonaro não respondeu e entrou no carro.

Publicamente, antes dos áudios, quando indagado sobre a crise no PSL, Bolsonaro dizia não interferir em assuntos partidários. A relação de Bolsonaro com Bivar desmoronou em 8 de outubro.

A Secretaria-Geral identificou ainda nomes iguais nas listas de bolsonaristas e bivaristas, mas não disse quais eram. 


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