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05/12/2019 10:28
Economia
Alagoanos são os que menos gastam com cultura no Brasil, revela IBGE
Sistema de Informações e Indicadores Culturais apresentam dados do período 2007-2018
Gastos com atividades culturais dos alagoanos são os menores do país / Foto: Nívio Dorta/G1

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta quinta-feira (5), no estudo Sistema de Informações e Indicadores Culturais 2007-2018, que os alagoanos são os que menos gastam com cultura no Brasil.

Enquanto a média de gasto mensal por família no país fica acima dos R$ 300, em Alagoas, esse valor cai para R$ 120.

As unidades da federação com maior valor médio de gasto em cultura foram Distrito Federal (cerca de R$ 609) e São Paulo (R$ 392).

Do valor total gasto pelas famílias alagoanas, R$ 75,73 correspondem a despesas com serviços de telefonia, internet e assinatura de TV; restando R$ 11,08 para atividades correspondentes a cultura e lazer; R$ 1,25 para questões de educação profissional e de ensino e R$ 4,09 com aquisição de produtos e acessórios de uso pessoal.

Gastos do poder público

O levantamento também mede a evolução dos gastos dos poderes públicos estadual e municipais com cultura desde 2011 até 2018.

Em ambas as esferas há oscilação de investimentos, subindo em alguns anos e caindo em outros. É fato que houve um aumento ao longo do período, mas quando observada a diferença de 2018 para 2017, o resultado foi negativo.

Despesas do governo estadual com cultura

2011: R$ 13,296 milhões
2012: R$ 11,553 milhões
2013: R$ 11,939 milhões
2014: R$ 14,612 milhões
2015: R$ 9,192 milhões
2016: R$ 12,419 milhões
2017: R$ 20,163 milhões
2018: R$ 15,938 milhões

Despesas dos governos municipais com cultura

2011: R$ 47,806 milhões
2012: R$ 45,851 milhões
2013: R$ 70,400 milhões
2014: R$ 75,336 milhões
2015: R$ 74,748 milhões
2016: R$ 48,635 milhões
2017: R$ 55,488 milhões
2018: R$ 48,164 milhões

Ocupação

A pesquisa revela ainda que, ao longo da década avaliada, Alagoas apresentou um significativo crescimento no número de geração de empregos no setor cultural.

Contabilizando um crescimento ocupacional acumulado de 65,9% entre 2007 e 2018, sendo considerada a maior taxa do país; com salário médio nas funções ofertadas de R$ 1,4 mil, valor que fica acima do salário mínimo.

O estudo expôs ainda que os acréscimos nos investimentos feitos pelos poderes públicos no setor cultural contribuíram para o aumento da participação e crescimento da atividade econômica.

Fonte: G1

 


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