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25/10/2019 09:16
Entretenimento
Ex de João Gilberto pode ser despejada 4 meses após morte
Há algum tempo, as despesas deixaram de ser pagas pelo cantor e também por sua filha, Bebel Gilberto, que tinha a curatela do pai até sua morte
Maria do Céu pode ser despejada após 4 meses da morte de João Gilberto / Foto: Divulgação

 Quase quatro meses após a morte de João Gilberto, Maria do Céu Harris, que diz ter vivido com o músico por 35 anos, corre o risco de ter mais uma perda. A moçambicana de 55 anos está sob ameaça de despejo do apartamento em que vive no Leblon, na Zona Sul, do Rio.

O apartamento no número 234 da rua Carlos Góis, um dos endereços mais concorridos do bairro, não pertence a João Gilberto e é alugado por cerca de R$ 7 mil mensais. Há algum tempo, as despesas deixaram de ser pagas pelo cantor e também por sua filha, Bebel Gilberto, que tinha a curatela do pai até sua morte.

De acordo com um dos advogados que representam Maria do Céu, Roberto Algranti Filho, a ordem de despejo já foi expedida e a qualquer momento sua cliente terá que deixar o imóvel. “O João passou por problemas financeiros no fim da sua vida e acumulou algumas dívidas como as desse apartamento. A Maria não tem como arcar com as despesas. Durante toda a vida, desde 1984 quando o cantor a trouxe de Portugal para o Brasil, ele assumiu todos os gastos da companheira. Com a sua morte, Maria ficou à própria sorte”, relata.

Maria do Céu tem evitado dar entrevistas desde a morte de João Gilberto. Procurada pelo EXTRA, limitou-se a dizer que continua morando no mesmo endereço, embora os porteiros não a vejam, mais circulando no prédio. Há sete anos, ela também foi despejada de um apartamento em que vivia na rua General Urquiza, no mesmo bairro, também num apartamento bancado pelo Gênio da Bossa Nova.

Ações na Justiça

Maria do Céu e seus advogados lutam na Justiça para garantir os direitos de viúva. “O próprio João Gilberto pediu ao filho para que não abandonasse a Maria após sua morte”, relembra Roberto, que defende a cliente em duas ações diferentes e está entrando com um novo processo, que pede o reconhecimento da união estável entre Maria e João.

“Reunimos uma quantidade enorme de documentos que comprovam a união estável dos dois. Além disso, entramos com um recurso para que seja validada a última vontade de João, que destinou 33% de seu patrimônio a Maria”, explica.

O advogado não sabe ao certo como Maria do Céu está vivendo, pois nunca trabalhou e não possui bens em seu nome. “Tudo era o João que pagava, eles tinham cartões de crédito em conjunto, mas ela não tem renda comprovada para se manter. Hoje, a Maria tem ajuda de alguns amigos”, conta.

Fonte: Extra


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