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23/10/2019 16:52
Justiça
Mutirão da justiça deve julgar mais de 300 processos de tráfico de drogas
A força-tarefa, que está sendo realizada no 1º Salão do Tribunal do Júri do Fórum de Maceió, pretende ouvir, até o final dos trabalhos, centenas de réus e testemunhas.
Mutirão da justiça deve julgar mais de 300 processos de tráfico de drogas / Foto: Divulgação
Redação com Ascom TJAL

A 65ª Promotoria de Justiça da capital tem participado, nestas duas últimas semanas, do mutirão do Poder Judiciário que está promovendo cerca de 300 audiências e julgamentos de processos que envolvem crimes de tráfico de drogas relativos aos anos de 2013, 2014, 2015. A força-tarefa, que está sendo realizada no 1º Salão do Tribunal do Júri do Fórum de Maceió, pretende ouvir, até o final dos trabalhos, centenas de réus e testemunhas.

É a promotora de justiça Martha Bueno quem está atuando no mutirão. Segundo ela, somente na primeira semana, foram julgados 150 processos. “Esse mutirão, em termos de atuação funcional, foi muito bom para o Ministério Público, uma vez que conseguimos dar andamento a uma quantidade bem razoável de processos relativos aos intervalo de tempo entre 2013 e 2015. Realizamos as audiências, ouvimos mais de 450 testemunhas e réus, fizemos as alegações finais e as sentenças foram proferidas pelo Judiciário”, explicou ela.

“Somos defensores da sociedade e esse tipo de trabalho permite que nós possamos dar uma resposta mais rápida à população”, acrescentou a promotora.

O mutirão

Organizada pelo juiz Hélio Pinheiro, titular da 15ª Vara Criminal de Maceió, a ação tem contado com 25 audiências por dia. De acordo com o magistrado, de fato, várias decisões já estão saindo na hora. “Ouvimos as testemunhas e interrogamos o réu. Na mesma sessão, a promotoria e a defesa fazem as alegações finais, e então eu passo a sentença. É uma metodologia que está desafogando o acúmulo de processos que aguardam solução”, detalhou o magistrado.

Ainda segundo o juiz, a intenção do mutirão é finalizar as ações de forma ágil e eficiente.

A expectativa é que sejam realizadas mais duas forças-tarefas no próximo ano, que julgarão juntas cerca de mais 400 processos. O trabalho também conta com a participação da Defensoria Pública. 


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