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Geral / Clevânio Henrique

Quem é Clevânio Henrique? Clevânio Henrique - Radialista, coordenador de esportes da rádio 96,9 FM Arapiraca, locutor esportivo, repórter e apresentador, iniciou no rádio em 1990 na Rádio Correio do Sertão em Santana do Ipanema.
26/10/2021 14:28:24
Obesidade é fator de risco para várias doenças, alertam especialistas
/ Foto: Assessoria

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil, mais de um quinto (22%) da população adulta está obesa; o índice é de 10,8% entre os que têm de 5 a 19 anos. Para o diagnóstico, o parâmetro mais comumente utilizado é o do Índice de Massa Corporal (IMC), estando com valor igual ou maior que 30 kg/m2. Para encontrar esse valor, segundo explicou a nutricionista Thayse Cavalcante, o cálculo é a divisão do peso pela altura ao quadrado.

“A obesidade é uma doença caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal. Muitas vezes há alterações metabólicas que dificultam o indivíduo de alcançar objetivos. Daí a necessidade de procurar um nutricionista, pois ele identifica os principais fatores que desencadeiam o processo da obesidade e intervém, individualmente, em cada paciente, realizando educação nutricional junto à outros profissionais”.

Rosana Veras, supervisora médica do HGE, salientou que existem grupos que apresentam mais riscos para desenvolver a doença, por isso, na hora de pensar em perder peso, é fundamental procurar um especialista. “São muitas as causas da obesidade. Em uma pessoa geneticamente predisposta, os maus hábitos alimentares e sedentarismo precipitarão o desenvolvimento da obesidade. Algumas disfunções endócrinas podem levar ao desenvolvimento da obesidade. São pessoas geralmente sedentárias, com um estilo de vida mais estressante, com hábitos alimentares inadequados, com alto consumo de alimentos calóricos e industrializados, que dormem pouco, que apresentam problemas hormonais e doenças autoimunes, como hipotireoidismo, ovários policísticos, fibromialgia, entre outros, além de doenças psiquiátricas”, explicou a médica.

Segundo Rosana Veras, a obesidade é fator de risco para hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, problemas articulares, câncer, apneia do sono, esteatose hepática, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula e doenças cerebrais. Em relação ao novo coronavírus, a obesidade é fator de risco para a manifestação clínica da forma mais grave da doença. Ela também pode mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.

Uma alimentação adequada e a prática de exercícios físicos pode controlar a doença, que é considerada crônica. A nutricionista Thayse Cavalcante ressaltou que a prevenção da obesidade desencadeia na conscientização de se aderir um estilo de vida saudável. “Devem ser evitados alimentos ricos em gorduras saturadas e carboidratos simples, como frituras, industrializados, açúcares, refrigerante, entre outros. Os alimentos que devem ser incluídos diariamente são os naturais como frutas e verduras, grãos integrais, proteínas e gorduras insaturadas como abacate, azeite e castanhas. Todos esses alimentos aumentam nossa saciedade e garantem ingestão de vitaminas e minerais fundamentais para o bom funcionamento do organismo”, salientou.

Também é importante a ingestão adequada de água, segundo informou a nutricionista. “A água, além de aumentar a saciedade, torna o corpo bem hidratado o que auxilia no combate à inflamações e agentes agressores ao organismo, aumentando a imunidade e permitindo que as reações químicas aconteçam de maneira eficaz”, ressaltou.

Mais dicas da nutricionista:

– Todas as escolhas alimentares contam. Comer saudável é uma jornada moldada por muitos fatores;

– Um plano alimentar saudável pode incluir: variedade de legumes, frutas e grãos integrais, produtos lácteos sem gordura ou com baixo teor, alimentos proteicos, nozes, sementes e alguns tipos de óleos;

– Realizar atividades físicas é fundamental, de preferência com acompanhamento de um profissional de educação física;

– Tornar as escolhas saudáveis um hábito para a vida;

– Checar o rótulo dos alimentos;

– Diminuir o tamanho das porções de alimentos;

– Atentar-se aos dez passos para uma alimentação adequada e saudável presentes no Guia Alimentar da População Brasileira.

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Com Ascom Sesau  


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