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Geral / Isve Cavalcante

Quem é Isve Cavalcante? Isve Cavalcante é radialista desde 1971. Ele nasceu na cidade de Caruaru, município de Pernambuco. Já trabalhou em várias rádios, prefeituras e emissoras de televisão. Atualmente apresenta o programa “Show de Notícias” na Rádio 96 FM Arapiraca.
27/04/2020 20:34:06
ALCEU VALENÇA ANUNCIA LIVE: 'ANOTE NA AGENDA E MARQUE OS AMIGOS'

Mais uma live acaba de ser anuncida. Desta vez, é Alceu Valença quem vai se apresentar no YouTube. O cantor e compositor pernambucano de 73 anos compartilhou nas redes sociais um convite chamando todos os fãs.
"É live do Alceu que vocês querem? Então anote na agenda e marque os amigos: domingo, dia 3 de maio às 18h no canal de Alceu no Youtube! Inscreva-se: // link na bio // e ative o sininho para ser avisado assim que começar!"

Anvisa discute liberar teste rápido para covid-19 em farmácias

Os diretores da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) discutem se liberam a aplicação de testes rápidos do novo coronavírus em farmácias. Atualmente, testes rápidos são aplicados em ambiente hospitalar e clínicas das redes pública e privada.
A proposta será levada pelo presidente-substituto da agência, Antonio Barra Torres, médico e contra-almirante. Segundo integrantes do governo, a cúpula do Ministério da Saúde chegou a resistir à proposta, mas passou a apoiá-la recentemente.
O receio de autoridades de saúde, como da OMS (Organização Mundial de Saúde), é que testes rápidos têm alto índice de "falso negativo", se aplicados nos primeiros dias de sintomas da doença.
A expectativa de fontes do Ministério da Saúde é que a Anvisa aceite a aplicação em farmácias, mas exigindo que o teste seja feito apenas após alguns dias do surgimento de sintomas da doença.
A forte chance de falso negativo, nos primeiros dias, deve-se à característica do exame, que detecta anticorpos para a doença. Essas substâncias só surgem quando o corpo reage ao vírus, o que leva alguns dias. Por isso, autoridades recomendam uso de testes do tipo "RT-PCR", mais lento e caro, para garantir diagnóstico preciso para a covid-19.

 Batata em alta

Os preços de alimentos que compõem a cesta básica subiram em média 1,86% entre 23 de março e 22 de abril, período afetado pelas medidas de distanciamento social para conter o coronavírus de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre 8 de fevereiro e 7 de março, esses itens tinham registrado, em média, deflação de 0,06%, segundo a instituição.
Entre os itens que mais aceleraram no período estão o feijão carioca (-1,45% para 8,62%), feijão preto (-2,73% para 8,13%), batata inglesa (0,33% para 13,69%) e leite longa vida (-1,10% para 7,55%), de acordo com a FGV.
"As famílias passaram a fazer todas as refeições em casa e pedir comida em restaurante custa mais caro", afirma o coordenador dos Índices de Preços ao Consumidor (IPC), André Braz. Ele cita, no entanto, que outros fatores ajudam a elevar os preços de alimentos.
"Tivemos uma safra de feijão menos expressiva, por isso os preços avançaram tanto. A desvalorização cambial também colaborou, pois atua sobre o preço das commodities. Se o trigo fica mais caro, aumenta o preço dos derivados como o pão francês", diz o economista.
 

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Isve Cavalcante