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02/07/2024 15:35
Arapiraca

IML de Arapiraca procura familiares de corpos recolhidos em Craíbas e Campo Alegre

Procura ativa dos parentes, busca evitar que as vítimas sejam sepultadas como não reclamadas
Procura ativa dos parentes, busca evitar que as vítimas sejam sepultadas como não reclamadas / Foto: Ascom Polícia Científica de Alagoas
Redação com Agência Alagoas

O Instituto Médico Legal de Arapiraca informou nesta terça-feira (2), que está à procura dos familiares de duas vítimas de arma branca. Os corpos do sexo masculino foram recolhidos em cidades do agreste alagoano na noite de sábado (29), mas até o momento, ninguém compareceu ao IML para fazer a liberação dos cadáveres.

 

Os corpos foram identificados por meio de exames necropapiloscópicos realizados pelo papiloscopista Murilo Góes do Instituto de Identificação de Alagoas. Após coletar as impressões digitais dos cadáveres, o policial científico, submeteu a pesquisa datiloscópica com o intuito de localizar padrões que definiam a identificação, gerando o resultado positivo.

 

Uma das vítimas foi identificada como Francisco Ferreira, filho de Luiz Francisco Ferreira e Gersina Quitéria Ferreira, de 50 anos, nascido em 24/03/1974 em Palmeira dos Índios. Conforme o prontuário civil dele no Instituto de Identificação, ele é casado, de pele parda, cabelos e olhos castanhos, mede 1,65 de altura e o corpo dele foi recolhido pela equipe do IML na Rua São Pedro, Centro, no município de Craíbas.

 

O outro corpo recolhido no Distrito Luziápolis, na Zona Rural do município de Campo Alegre foi identificado como Joatan Moreira da Silva, de 57 anos, filho de Josefa Moreira da Silva, nascido no município de Flexeiras em 07/10/1966. O prontuário civil dele consta que ele é solteiro, mulato, possui cabelos pretos, olhos castanhos e possui 1,54 de altura.

 

Segundo a chefia especial do IML de Arapiraca, os familiares devem procurar a unidade para fazer a liberação das vítimas para sepultamento. Caso, ninguém se apresente e reclame os cadáveres no prazo de 30 dias, o órgão integrante da Polícia Científica de Alagoas poderá sepultá-los como corpos não reclamados. 


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