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Editorias

27/01/2021 12:21
Polícia
Mulher é presa em supermercado após tentar aplicar golpe em policial civil
Ela combinou a compra de dois relógios através de um site e só queria pagar com cheque; vendedor, que é policial, desconfiou
Depois de presa, a mulher foi conduzida para a sede da DEIC, no bairro da Santa Amélia / Foto: Ilustração
Laís Pita com Assessoria PC/AL

 Uma mulher de 36 anos foi presa por policiais civis da Divisão Especial de investigação e Capturas (DEIC), TIGRE e Seção de Capturas, sob o comando do delegado Gustavo Xavier, nessa terça-feira (26), pela prática do crime de estelionato. A prisão ocorreu no interior de um supermercado, em Maceió.

De acordo com o delegado, a mulher foi presa depois de tentar aplicar um golpe em um policial civil.

Ela viu o anúncio de venda de dois relógios feito pelo policial em um site, daí ela marcou com ele para efetuar a compra em um supermercado, no bairro de Mangabeiras, e só queria pagar com cheque. O agente da PC desconfiou e deu voz de prisão contra a investigada.

Depois de presa, os policaiis foram com a mulher, que é do estado de Goiás, até a pousada, próximo ao Terminal Rodoviário de Maceió, onde ela estava hospedada e aprenderam várias folhas de cheque sem serem preenchidos, e em diversos nomes, um relógio e o microfone que a investigada comprou ilegalmente com cheque falso.

"Em continuação a investigação, os policiais civis conseguiram localizar o proprietário do relógio, como também o comparsa da investigada, que ela conheceu no presídio da cidade de Palmas(TO), onde o mesmo já foi preso com outra mulher aplicando o mesmo golpe. Foi descoberto também que a investigada já veio da cidade de Salvador (BA), onde estava aplicando golpes, e o que conseguiu ilegalmente entregou ao seu comparsa", frisou o delegado Gustavo Xavier.

Depois de presa, a mulher foi conduzida para a sede da DEIC, no bairro da Santa Amélia, para ser ouvida e prestar mais informações sobre a conduta criminosa.

O delegado disse ainda que a estelionatária apresentava-se como compradora e, durante o pagamento, agia de forma fraudulenta com a utilização de cheques sem fundos e que há a participação de outras pessoas do estado do Goiás.


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