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Editorias

02/10/2019 14:19
Política
Rogério Teófilo continua sofrendo pressões internas para não pedir afastamento
Gestor faz tratamento de saúde periodicamente em São Paulo
/ Foto: Reprodução
Redação

As constantes ausências do prefeito Rogério Teófilo (PSDB), em reuniões importantes, em Arapiraca, vêm causando um grande mal estar entre o grupo político de sua base de sustentação, vereadores e a população, que tem associado a ausência do gestor à piora da qualidade dos serviços básicos ofertados pela administração municipal.

Como já é de conhecimento público, Teófilo vem enfrentando um problema de saúde que o obriga a deixar o Estado pelo menos uma vez por semana para a realização de exames e seguir o tratamento em São Paulo.

A gestão, que já não ia bem, ficou ainda mais engessada nos últimos três meses, depois que o prefeito passou a se ausentar com frequência e passar o comando da prefeitura para as mãos de alguns de seus supersecretários.

Rogério, que gosta de usar a palavra “timoneiro” em seus discursos, parece que não tem mais o comando da Prefeitura de Arapiraca. O reflexo desse abandono já é visível, principalmente entre os servidores comissionados que, nos últimos quatro meses, vêm recebendo seus salários com mais de vinte dias de atraso.

Nas ruas, a situação é ainda mais complicada. Postos de saúde sem medicamentos básicos, ruas esburacadas, às escuras e lixo de sobra. Nos programas de rádio matinais, a população clama, repetitivamente, por coisas simples que dificilmente são solucionadas pela prefeitura.

Rogério, ao que parece, luta para manter-se no cargo a todo custo e descarta qualquer possibilidade de afastamento.

Um dos motivos? Sua vice Fabiana Pessoa não mais faz parte do seu grupo político desde maio de 2018, quando anunciou o rompimento com Teófilo.

Outro motivo? o prefeito tucano tem recebido a pressão de alguns secretários, vereadores e lideranças de sua base que imploram para que ele não se afaste do cargo, visto que se isso acontecesse a “tesoura” iria cortar muitos comissionados apadrinhados pelo grupo.

Enquanto isso, a população questiona o gestor se realmente vale a pena engessar a máquina pública em troca do poder. E a população? Vai continuar sofrendo. Até quando?


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